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Ana Rüsche

Currículo Ana

São Paulo, 1979.

Publicou os livros de poesia Rasgada (Quinze & Trinta, São Paulo: 2005), traduzido e publicado no México (Ed. Limón Partido, Cidade do México, 2008, trad. Alberto Trejo e Alan Mills), Sarabanda (Selo Demônio Negro, São Paulo: 2007), que recebeu uma reedição pela Ed. Patuá (São Paulo, 2013), Nós que Adoramos um Documentário, ganhador do ProAC (Ed. Ourivesaria da Palavra, São Paulo: 2010) e Furiosa, edição comemorativa (ed. autora, 2016). Em prosa, publicou o romance Acordados (Ed. Amauta, Brasil: 2007), também premiado pelo PAC, Secretaria de Cultura de São Paulo, Do amor – o dia em que Rimbaud decidiu vender armas (Ed. Quelônio, 2018) e A telepatia são os outros (Monomito, 2019).

É doutora em Letras pela FFLCH-USP com a tese “Utopia, feminismo e resignação em The left Hand of Darkness (de Ursula Le Guin) e The Handmaid’s Tale (de Margaret Atwood)” que discute estes gêneros literários. É formada em Letras e também em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), sendo mestre em Direito Internacional.

Possui extenso currículo de publicações, tendo escrito em diversas antologias e revistas, nacionais e internacionais, e traduzida ao catalão, espanhol e inglês. Participou de festivais de poesia no Brasil e outros países da América Latina, como o The Americas Poetry Festival of New York em 2017. Ministrou cursos e palestras sobre poesia contemporânea brasileira na Universidade Autônoma do México (UNAM), na Universidad Diego Portales, em Santiago do Chile, e no Centro Cultural Brasil-Moçambique em Maputo. 

Há 13 anos, presta serviços como professora e palestrante na Casa das Rosas, nas Unidades do SESC, Biblioteca Alceu Amoroso Lima e espaços independentes como b_arco e Tapera Taperá. Coordenou os encontros Romances utópicos e moedas distópicas (2017 e início de 2018) na Tapera Taperá. Organizou e participou do 1º Festival literatura fantástika: um Brasil irrealista (jan. 2018). Palestrou na Cryptorave sobre Mover a máquina em direção ao humano em 2016. Ministrou, junto com o escritor tradutor Fábio Fernandes, a oficina Fantastika no Hussardos Clube Literário em 2013. Produziu o especial Margaret Atwood: de quanto o real supera a ficção para o Suplemento de Pernambuco (dez. 2017). Sobre Ursula Le Guin, escreveu a resenha sobre Os Despossuídos para a Ilustríssima (nov. 2017) e por ocasião de seu falecimento, Ursula Le Guin nos deixou a tarefa de sonhar para O Globo (jan. 2018).

George Amaral

Currículo George

São Paulo, 1982.

Escritor, psicanalista e consultor literário. Doutorando e Mestre em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade de São Paulo. É bacharel em Publicidade e Propaganda pela ECA-USP, especialista em Roteiro em Áudio e Audiovisual pela PUC-SP, Designer Gráfico pela Escola Panamericana de Arte e Psicanalista Integrativo pela Sociedade Brasileira de Psicanálise Integrativa. É membro do conselho editorial da Revista Fantástika 451.

Já publicou treze livros como ilustrador no Brasil, EUA e Noruega, e realizou projeto e diagramação de mais de trinta livros. Participou como roteirista nos curtas-metragens Retratos Anônimos, 2015 (selecionado para o 27º Festival Kinoforum) e Depois Daquele Trem, 2014 (exibido na Mostra Sesc de Cinema Paulista e no Programa Pontos MIS 2014). Publicou os contos Momentos Engarrafados na coletânea VII Demônios, 2012, pela Editora Estronho, e Código Fonte, 2014, na Revista Trasgo, e as histórias em quadrinhos O Lobo Mau, 2009, na Revista Subversos, e Day Old, 2009, em publicação independente nos EUA. Foi professor de dramaturgia no projeto 1ª Cena, da ONG Usina dos Atos, quando ministrou aulas para jovens e orientou a produção do roteiro para três peças, Reais Interesses, Escola de Magia e As Cartas, encenadas em 2012.

Durante o mestrado na FFLCH-USP, estudou os gêneros da literatura fantástica e sua implicação social, com a dissertação “Novo Estranhamento e Consciência Social em Estação Perdido, de China Miéville”. Sua pesquisa acadêmica aborda das possibilidades de reflexão crítica proporcionadas pelo estranhamento inerente às narrativas fantásticas, pelo viés da psicanálise, teoria literária e teoria crítica e cultural. Tem artigos acadêmicos publicados na Revista Margem Esquerda nº 31, da Editora Boitempo, e na Revista Abusões, da UERJ.

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